mulheres, cavalos, anões e ouro falso
Parece que a empregada da pensão onde pernoitou o Dominique Strauss-Kahn, apareceu no posto da GNR lá do quarteirão a dizer que afinal o homem não a tinha violado. Aproveitou para esclarecer que ainda foi limpar o resto dos quartos depois de ter feito gozar o senhor Kahn. Não sei se o disse com um sorriso, mas sinceramente, eu nunca acreditei muito nesta novela à americana. Era estúpido de mais para ser verdade e alguma coisa não estava bem, mas a América, aquele país dos falsos moralismos nunca para de nos surpreender. Vai dai, o tribunal lá do quarteirão deixa sair o homem e devolve-lhe o milhão de dólares que servia de caução não sei bem de quê. E eis que no meio desta história mal contada me chega aos olhos, o que pode vir a ser o argumento mais bem pago pelos estúdios de Hollywood dos próximos anos.
Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes “d…elatores” da CIA justificava tal precaução.
Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário – “Special Drawing Rights” (SDR’s).
As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem, Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existe nos cofres fortes de Fort Knox, nem no NY Federal Reserve Bank.
Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.
Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a “mentira” do ouro, que DSK tinha deixado “voar” em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada.
Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade. A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.
Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo.
Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de “ouro falso“. Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.
O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal, que foi rejeitada pela administração Obama.
Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de Fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: “É bem provável!”
À “boca fechada” têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana.
A “verdadeira história” por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido “vítima de uma enorme conspiração americana”.
Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg.
A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica – um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.
Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro “crack team” de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.
vi aqui que por sua vez viu ali
estranhamente os links das noticias de ouro falso não estão acessíveis. Senhores da CIA, eu posso quanto muito arranjar uns 40 euros se tanto para pagar a caução se se justificar virem chatear-me. No caso disso acontecer, arranjem uma gaja boa, se possível branca e já sem cuecas. Pode ser essa da imagem acima.
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article5989271.ece
http://www.foxnews.com/politics/2010/08/31/rep-paul-calls-fort-knox-audit-suggests-gold-gone/
http://dailybail.com/home/is-gold-in-fort-knox-real-ron-paul-demands-official-audit.html
http://viewzone2.com/fakegoldx.html
http://www.americanfreepress.net/html/fort_knox_conundrum__208.html



Isto parece interessante http://money.cnn.com/2011/02/10/markets/dollar/index.htm
parece que Strauss-Kahn ia propor uma moeda alternativa ao dollar e lá teve que violar uma empregada de hotel
Isso. Antes branca… de preferência loira e já sem cuecas! Mas pode vir com elas… que até dá gozo tirar-lhas!!!
Uma para mim também, sff, ó senhores da CIA!
Caro Milan Kem-Dera, estes americanos são lixados para a ficção, isto ainda vai dar um belo filme, mas acho que vou gostar mais do livro.
Copy paste e vais lá ter.
Pois é, afinal os links existem.
Os americanos sempre foram famosos por porem as rotativas a cuspirem notas de dólares sempre que têm uma crise. Se isto for verdade então a crise que estamos actualmente a passar na Europa é uma brincadeira comparado com o que aí virá.