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a tal viana… acordou!!

Março 24, 2009

Estava eu a passar revista á nossa blogosfera regional, quando me deparo com um milagre.

O a tal Viana… tem um “post”!

Sinceramente cheguei a pensar que o coma era irreversível, mas não, pé ante pé, a mexer os bracinhos agarrou no teclado e postou aquilo. A princípio parecia estar tudo bem, um texto cheio de pontos finais e virgulas e montes de palavras, depois comecei a ler e não é que comecei a tomar consciência de que este coma prolongado lhe afectou a memória, olhei bem para ele e consegui ver que não estava neste tempo, sentia-se como um menino de seis anos a correr por Viana, estava tudo limpo e no lugar, nas olarias não havia tempo a perder, os agricultores faziam fila pró mercado, que bonita estava a vila nesta manhã de domingo.

Depois… Depois, bateu com a cabeça uma vez, mas não doeu e por isso continuou a bater, passados quatro anos e já com um hematoma de 15 cm, continuou á cabeçada, olha ele foi muros, ruas, casas, igrejas, dizem alguns que já lá vão 16 anos de cabeçadas. Agora de cabeça inchada de tanta porrada que tem dado por Viana sente-se orgulhoso da sua municipalidade. Não há canto de Viana que não tenha a sua marca, quando passa por Aguiar põe sempre a cabeça de fora e manda mais umas cabeçadas, nas Alcáçovas manda menos, dizem que é por ser terra de Granitos duros e bonitos.

Tem estado em coma já ia para 4 semanas, acordou e anda á solta cheio de vontade de adjectivar.
One Comment leave one →
  1. Manuel Leonardo Horta Nova permalink
    Maio 2, 2010 17:26

    Felizmente saíu do coma mas, esperemos que quem comente se identifique.
    Tenho lido muita coisa de anónimos que se tivessem que se identifficar ficariam calados e, “Viana e Tal”ficava mais legível sem tanto lixo.
    Acerca do Baião e da polémica da “anta” junto à Senhora d’Aires…
    Só estive com ele em Vila do Conde. Foi a primeira e última vez. Um meu compadre, e hoje reformado como eu, era director dum centro de emprego no Porto e responsável pelo artesanato do norte. Disse-me estar num gabinete de crise, necessitava urgentemente de ocupar espaços na Feira de Artesanato de Vila do Conde e, se eu tinha hipóteses de contactar com o meu cocelho, de modo a contar com a sua representação.
    Telefonei para a Cãmara de Viana e, em tempo recorde montou um stand naquela feira.
    Bom trabalho, visitei o stand: era uma fachada típica aentejana.
    Depois encontrei o Baião, num stand de vinhos ofereceram umas garrafas ao meu compadre,
    bebemos uma ao jantar e o meu compadre distribuiu as restante pelos três.
    Nunca mais vi o Baião mas sei que prestou um bom serviço a Viana que voltou a Vila do Conde e continua presente noutras feiras de artesanato do norte.
    Não só a olaria, mas também o nosso folclore tive possibilidade de lá o ver várias vezes.

    M. Horta Nova

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